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SAMAE

Prefeitura vende sede do Samae à própria autarquia para sanar dívidas.


Por: Janaina Moraes  e Fernando Parizi.

Prefeitura vende sede do Samae à própria autarquia para sanar dívidas.

Horas mais tarde de dar entrada na secretaria da Câmara Municipal de Mogi Guaçu, na quarta-feira, 16, os vereadores que compõe a base de apoio ao Prefeito Paulo Eduardo de Barros, Dr. Paulinho (PV), aprovaram, em regime de urgência, o projeto de lei complementar 74, do Executivo. O documento autoriza a Prefeitura a vender ao Samae (Serviço Autônomo Municipal de Água e Esgoto de Mogi Guaçu), por alienação e sem licitação, o imóvel, terreno e prédio, que atualmente abriga a sede da própria autarquia.

Por valor supostamente subestimado, segundo apurou a reportagem do Jornal Cidade, ao passo que o laudo de avaliação anexo ao projeto de lei estima o valor do terreno, somado ao da área construída, em R$ 3.895.655,78. O laudo é assinado pelo assistente de secretário, da Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Urbano (SPDU), José Antonio Barufi, e o também engenheiro Benedito silva da Cunha, da Proguaçu AS, mas lotado na SDPU. Dos três integrantes da Comissão de Avaliação instituída pela portaria 037/2011 só não consta, portanto, o autógrafo do arquiteto Heitor Henrique Capuani.

O JC averiguou junto ao mercado imobiliário que o imóvel pode valer hoje cerca de R$ 5 milhões.

Ontem à tarde, por telefone, o chefe de Gabinete do Prefeito, Carlos Jorge Osti Pacobello, informou que o processo administrativo referente ao projeto tem outras três avaliações, estas feitas por empresas imobiliárias, que apontam, na média para valor próximo do apontado pela comissão. Ao saber, por intermédio de Pacobello, que o jornal obtivera avaliação indicando que valor de mercado seria maior que o estimado pela Prefeitura, o secretário jurídico João Reis telefonou no final da tarde para a Redação do JC para contestar a informação. “Para mim o que vale é o laudo. Tem laudo? Se não tiver laudo assinado, não vale”, protestou.

Leia mais no Jornal Cidade de 19/novembro/2011.



Postado dia:19/11/2011 | 1 Comentário(s)


postado em: 25/11/2011

Por: curioso

Não dá para entender sendo o SAMAE uma autarquia e recebendo repasses da Prefeitura, ter um superavit para comprar o imovel onde sempre esteve alojado gratuitamente. Oras bolas se tinha \"caixa\" porque receber repasse? para maior transparencia ambos deveriam exibir a Escritura Pública do imóvel, sem escritura, se o SAMAE pagar algum valor à Prefeitura é uma imensa falcatrua




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